quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Avatares (0/5)
Cinco são os avatares que nos invadem
e elevam
nos fazem curvar ou erguer:
cinco foram os avatares criados,
para vivos
nos fazerem viver...
(de uma outra forma qualquer
ou como sempre quisemos...)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
As trevas do dia
ou pensar-se saber?
Que adianta caminhar um caminho que não
pertence a mais ninguém
que aos outros?
Valerá quanto lutar contra tantos
mesmo quando somos tão poucos?
Agita-se a solidão entre esse barulho
tão próximo...numa proximidade tamanha
como se estivesse por de baixo da nossa pele...
Tudo parece bem mais claro agora,
quando o dia nasce, derrubando as trevas da noite...
O mundo ainda dorme quando venho à janela;
foi com certeza neste momento que Deus sorriu,
foi neste momento que o Homem foi feito,
à semelhança do que existe de mais belo neste mundo,
recheado de sentimentos e razões,
planos e acções...
Tudo por um bem maior,
tudo por um bem pessoal e interior.
Disseste-me que não irias a lado algum
que eras para sempre de uma só pessoa,
olho-te, enquanto ouço estes ruídos do mundo
a acordar,
vou-te amar para sempre, à minha maneira,
Serás para sempre aquilo que me faz distinguir
recordação de saudade,
Recordar-te na escuridão
sentir a tua falta em horas de claridade,
até que a morte tudo separe.
Vivemos para ver estes nascimentos.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Sounds great - taking some kind of chances
(Ainda a recordar: Lose yourself (E.), com um arrepinho a descer as costas...
"Look, if you had one shot, one opportunity
To seize everything you ever wanted, one moment
Would you capture it, or just let it slip?
The moment
You own it, you better never let it go
You only get one shot, do not miss your chance to blow
This opportunity comes once in a lifetime...
So here I go with my shot, feet fail me not
This may be the only opportunity that I got.
You can do anything you set your mind to...")
"Don't know much about your life.
Don't know much about your world, but
Don't want to be alone tonight,
On this planet they call earth.
You don't know about my past, and
I don't have a future figured out.
And maybe this is going too fast.
And maybe it's not meant to last,
But what do you say to taking chances,
What do you say to jumping off the edge?
Never knowing if there's solid ground below
Or hand to hold, or hell to pay,
What do you say,
What do you say?
I just want to start again,
And maybe you could show me how to try,
And maybe you could take me in,
Somewhere underneath your skin?
What do you say to taking chances,
What do you say to jumping off the edge?
Never knowing if there's solid ground below
Or hand to hold, or hell to pay,
What do you say,
What do you say?
And I had my heart beaten down,
But I always come back for more, yeah.
There's nothing like love to pull you up,
When you're laying down on the floor there.
So talk to me, talk to me,
Like lovers do.
Yeah walk with me, walk with me,
Like lovers do,
Like lovers do.
What do you say to taking chances,
What do you say to jumping off the edge?
Never knowing if there's solid ground below
Or hand to hold, or hell to pay,
What do you say,
What do you say?
Don't know much about your life
And I don't know much about your world"
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Untouchable

É este um brilho interior que nunca passará pela vida da maioria de nós...Por muito que estes braços se estiquem (que já não esticam...desistiram à muito tempo), e por todo o esforço (inexistente) que o dedo faça para tentar alcançar...Não existirá luz, não existirá aprovação...é este o melhor retrato da condição humana: a um pequeno passo de tudo, sem nunca conseguir lá chegar. São poucos os que conseguem tocar esse dedo que nos espera ou que se esforça por também a nós chegar; seja a vida, seja o divino, seja a nossa outra parte. ...
Uma música que já conta com alguns anos não me conseguiu despertar, mas fez-me repensar na vida que levamos e na forma como a levamos...Parece que esta canção, para além de me devolver alguma certeza na forma humana de viver triste, descreve o povo português...por outras palavras reinventa este Fado já marcado dentro das gentes, esta calma morta, esta certeza de já nascermos derrotados...A música Dream On, encaixa na perfeição. Nunca deixámos de ser Os Vencidos da Vida, nome dado por Eça de Queiroz, apartir dos Descobrimentos...Derrotados e frustrados...sempre, para sempre...E todos estes pedaços de arte
confirmaram, dentro do meu ser, que a verdade é só uma: nós não sabemos ganhar; (se soubermos como, não o fazemos) mas sabemos de cor como perder, e como viver a derrota. Balada triste esta que acompanha os nossos passos...é como se preferissemos sofrer na dor, na derrota, na frustração, do que caminhar alegremente por esta vida fora. Seja numa decadência pura ou numa decadência camuflada, todos os dias pisamos esta não-história, deixando em aberto outros finais, outros actos, outras palavras... ...
É como falar de amor
sem nunca ter amado,
como escrever
sem nunca ter sentido...
É saber o sonho, o caminho,
mas olhá-lo com terror virando costas...
calando o seu chamamento.
É como morrer
mesmo antes de ser ter nascido,
é deitar o corpo na constante seca da vida
por se ter medo de prolongar o dedo.
É passar do sonho à alucinação...
e mentir-lhe, sem dúvida,
como se a verdade fosse nossa
só nossa...de mais ninguém.
Estes dedos jamais se tocarão...
Porque a razão está quase esgotada
e o sentimento quase chora de forma derrotada...
Como se eu me importasse
Ou então talvez até me importe
e até me importe muito...
Cataclysm
E se a esperança morresse hoje?
E se a vida acabasse amanhã?
Sejam bem vindos ao ínicio do vosso fim;
Onde os anjos choram e Deus se esconde atrás
Do sol, onde ninguém o pode ver sofrer;
Onde as ondas do mar invocam antigos seres imortais
Capazes de fazer tremer o mais corajoso mortal.
Este ar pesado, quente, este vento que traz com ele
Restos desse Inferno já tão próximo...
Não existe tempo para mais sentimentais espirais;
Os vendavais trouxeram com eles furacões,
Enormes, colossais,
E o medo cresce, expande como todo esse
Universo que ficará para trás...
Desejam estar nesse vosso calmo mundo
Admirando esse calmo mundo
Sentados no vosso cais...
E é nesse mesmo cais que podemos ver as ondas gigantescas que se aproximam inevitavelmente. As ondas colossais que em breve afogarão memórias e vidas construídas a partir do nada, retratos de quem já existiu e vestígios da nossa própria existência. Ondas que por fim chegam a terra, a esta Lisboa cinzenta e pálida, pilhada de toda a cor que um dia possuiu. As ondas chegam, tumultuosas, numa revolta sem fim, mais fortes do que a força do Homem, mais imparáveis do que queremos imaginar. Começam a levar consigo pessoas e objectos que há minutos atrás faziam parte do nosso quotidiano, mas que agora, representam aquilo que foi arrancado à força. Há quem corra para a salvação, mas outros aceitam o seu destino e deixam-se ficar, apreciando o espectáculo que é ver o mar ganhar vida e em toda a sua glória, devastar o que lhe pertence. Eu corro. Corro com toda a minha energia e força, e rezo para que chegue a hora em que eu possa parar de correr. Mas, ironicamente ou não, as minhas preces são atendidas e eu páro realmente de me mexer. Páro até de respirar. Lisboa à minha volta encontra-se mais uma vez destruída, como se de sina se tratasse. E vejo-me rodeada de destruição, do caos, de um reboliço inimaginável. O pânico corre violentamente nas veias de quem ainda ousa viver só para morrer mais tarde e por breves segundos eu deparo-me com a catástrofe que é viver rodeada de outros seres que se intitulam de humanos. Porque neste momento nada têm de humanos, nada resta da vossa grande dignidade.
O medo invade-vos as veias a toda a velocidade!
Não existe mais espaço neste mundo
Para a verdade, a mentira e a cobardia
Venceram! Que comece a calamidade.
Trovões no céu escuro aclaram
A vossa realidade!, fazem lembrar
As horas em que a luz vos iluminava.
Agora talvez seja tarde de mais...
Pagam o preço elevado de ter errado.
O caminho nunca foi traiçoeiro,
As medidas apenas foram mal tiradas,
Recuaram, choraram em horas desnecessárias,
Mas não mostraram receio na ganância!
A morte está à espreita como uma criança
Curiosa, pronta para avançar sem que ninguém
A veja...
Desejava estar morto para não vos ver
Enterrados em sofrimento,
Nesse arrependimento...
Deus terá chegado o momento?
A sorte é cega para uma moeda
Com duas caras...
Agora sorrio, enquanto a natureza
Não deixa pedra sobre pedra!
E como poderia, se as paredes estão a ruir como castelos de cartas ao vento? Como, se as paredes derretem mais rápido que a própria cera, deixando atrás de si um rasto de miséria e inseguraça? Deixaram tudo ao acaso, deram todo o controlo à grande Mãe, correndo o risco de perder o chão por baixo dos vossos pés, quando tentavam tão arduamente alcançar o céu. Quando tentavam quebrar todos os limites e barreiras imagináveis, mudar o que não devia ser mudado. Tentaram fazer o impossível, mudar a face do mundo que conhecíamos só para se poderem glorificar ainda mais, não pensando nas consequências. E agora, por isso mesmo, o fim está próximo. Estendo a mão e verifico que estão a chover cinzas quentes e poluídas, que revelam a verdadeira essência de algumas almas que andam por aí a tentar a todo o custo sobreviver ao que não se sobrevive. Que tentam já dar a volta por cima, que querem já colocar-se na vanguarda, criando vantagem sobre os o os rodeiam, pondo acima de tudo o egoísmo primal que reina a vida humana. Foi aqui, nestes últimos minutos, neste corredor cheio de corpos há muito mortos, que pude ver pela primeira vez, com os meus próprios olhos, o que numa vida inteira não fui capaz de constatar. Vi a verdade, escrita de uma maneira tão clara, tão absoluta e sincera, que deixei de temer o destino negro que a cada passo se aproximava. A hipocrisia, a falsidade, a inveja, a ganância, o egoísmo e o egocêntrismo levados ao extremo, escritos na cara de todos os que passam por mim, tentando vencer o inevitavél. Só queria que tivessem noção do que eu vejo, que conseguissem sentir a revolta que eu sinto ao ver o cancro comer-vos por inteiro. O cancro causado pela vossa alma, por vocês próprios. Caminho pelas ruas do que costumava ser Lisboa, capital de gente racional, abismada com o que a desgraça causa. O mar já veio e tirou o que tinha a tirar. O sol apagou-se deixando-nos nas trevas, a chuva tornou-se pó, cinza que vem contaminar quem há muito devia ter partido; e agora, por fim, para levar o que resta, as labaredas crescem em força, arrebatando o que nunca nos pertenceu. Arrebatando a vida humana à sua vontade, deixando-nos à mercê de um Deus qualquer, que nos redima do nosso núcleo não digno de assistir a tal baptismo de alma. Porque a desgraça só vem buscar o que de mal havia, e porque a tragédia só vem purificar a alma dos mais perdidos, deixando o que há de bom no mundo por descobrir. As labaredas tocam os céus, unindo duas dimensões, fundindo dois mundos opostos, mostrando-nos o caminho do fim do mundo. Nova onda de pânico atinge os menos iluminados quando vêem o mar ganhar nova força, ganhar novo alento de destruição, em direcção a terra. A onda vai devastando tudo à sua passagem, não poupando nada que respire ou finja respirar. Chega perto de mim, e antes de ter tempo de me cobrir por completo, fecho os olhos e sorrio porque sei que isto não é o fim.
É apenas um dos inícios.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
A luz da noite
Fiz um esforço enorme para respirar tudo menos trevas.
Talvez neste imenso mar negro tenha tentado encontrar
uma ilha onde pensei poder fugir à escuridão...
(Mas foi em vão)
Ainda não chegou o momento que tanto tenho esperado...
Depressa nesta pequena ilha, que se avistava como
um oásis de claridade, começou a aparecer um nevoeiro
já por mim conhecido...e não é com alegria
que o vejo reaparecer como um amigo à muito perdido...
Às vezes acabamos por nos esconder, camuflar na luz
quando na verdade ainda somos trevas...Mais uma tentativa
falhada.
É este mundo que promete tudo, e são estas pessoas que não
fazem nada...
É este movimento preso, esta inércia pesada...
Tudo agarrado e bem preso como se se tratasse
de pedras na calçada...
Volto a mergulhar neste mar, este mar que conheço já tão bem,
Sempre preparado a sentar-me em ilhas que pareçam
sempre mais do que aquilo que são...
Esta é a vida, a vida que existe...Promessas,
vazios, não-histórias...Até que se encontre
a verdadeira ilha de claridade
no quase infinito de trevas.
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Outras espirais de origem
"Don't tell me what you've done..." (FATM)
"Cause I don't wanna know..." (APC)
Guiai-vos por isto, pois por vezes nada mais interessa:
(Fado Vadio - Dealema)
"Tudo que eu tenho é uma caneta e o pôr do sol desenhado
No canto de um papel, amarrotado pelo meu ódio
Acredito em pesadelos belos
Quando a vida dá-me estalos com luvas de ferro;
Mas de coração cheio, vou compreendendo
Que a máquina que move a vida é o sentimento...
Porque quem tem tudo, vive por trás de um escudo
Mas quem não tem nada, vive pela lei da espada
A sentença é pesada, mas encara-a de frente
Quem tem vergonha do que sente, perde sempre e nunca ganha
O peso na consciência é clara evidência da falta de experiência
No campo do relacionamento humano...
Criando o futuro, passo a passo
Nada aqui é permanente
Tudo o que tem começo também acaba
Cinzas, pó e nada...
A brilhar como o orvalho na madrugada
O nosso fado faz chorar as pedras da calçada...
Há quem viva esta vida em vão
Sem dar valor à dádiva, sem acção
Como um espectador de televisão
Qual é a direcção? Quem saberá...
Muita gente tira e muita pouca dá
A vida são dois dias, um deles é para acordar
O tempo começa a apertar
Está na altura de expulsar os vendilhões do templo
Criar sustento, parar, pensar e apreciar o momento
Somos guiados por valores:
Uma voz interior que me move
Encontro o verdadeiro norte
O coração sofre quando alguém parte
Porque o amor é forte como a morte
E foi na arte de viver que nos reconhecemos
Erguemos isto desde os velhos tempos, que saudade!
A nossa história é única, como uma rubrica
Canto esta canção com paixão, como se fosse a última...
Vivemos tempos soturnos, nestes locus horrendus
Não é à toa que vêm à tona os nossos medos mais intensos
Nós lidamos com sentimentos, sem ressentimentos
Seguimos pressentimentos
Vozes interiores sussurram orientação
Dão-nos a obrigação de ver na vida uma benção
Apesar da sucessão de depressões e desilusões
Perdi batalhas, mas nunca perdi lições...
Dias bem difíceis que passava para os papéis
Ansiedades e angústias abalavam a alma
Anestesiava os sentidos, tentava manter a calma
Vi sonhos ruírem como castelos de cartas
Quase desacreditei, abandonei as palavras
Neste mundo de mau carma, armas e pragas
Invado-me... A minha imaginação tem asas
Exorcizo fantasmas nas folhas de um caderno
Através da criação eu consigo ser eterno
Poeta boémio, gato vadio
Noctívago nas ruas deste Porto sombrio
Os meus pais perguntam-me o que é que eu vou fazer da vida
Prometo-vos, é este o ano em que tudo cambia
Tenho fé, esse é o meu trunfo na manga
Junto com os meus irmãos dou o grito do ipiranga..."
Estava à muito tempo para fazer isto;
pareceu-me a altura ideal.
Obrigado ao Norte pelos preenchimentos
na minha vida.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Almost tear droping
Agradeci. Costumo ser educado, ainda para mais quando se trata de algo verdadeiro...
Mas de momento o que preciso não é de inspiração...porque essa está comigo quase sempre, seja nos momentos bons ou nos maus, e seja ela boa ou menos boa, ou até má...Mas não. O que preciso é de vida. Na linguagem de quem não é monstro: preciso de claridade.
É nestas alturas que me levanto, com um sorriso leve no rosto (com grande probabilidade de se extender mais), e digo a quem se encontra nestas situações: move-te, procura lugares onde não existem nuvens, onde o sol bate e o céu é totalmente azul...Sim eu sei. Sou eu de facto.
...Esqueci-me talvez, e talvez só por tentar dar o meu melhor eu a outrém, nunca a mim próprio, que às vezes estamos enraízados...num lugar qualquer...e os nossos braços não conseguem para já chegar às nuvens...Temos de esperar que o tempo se encarregue de as sacudir do céu...e a espera é dolorosa mesmo que expulsemos a dor...e é cansativa, e tudo o que conseguimos pensar é que jamais as raízes vão romper, e pouco ou nada nos dá a esperança ou a calma necessária para acreditar que as nuvens vão acabar por desaparecer ou fugir devido a alguém que nos ousou abraçar e as afugentou.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Atraso
dois passos atrás da razão
um passo atrás do sentimento.
E eu que só queria chegar a tempo, a tempo de chegar, sentar e viver feliz
e sossegado.
sábado, 29 de janeiro de 2011
You told us...you weren't afraid to die
Tenho mais medo da rotina, do morno, da preguiça, da falta de tudo, do que da morte. Que chegue depressa 2012 se isso significar o fim disto tudo...mas não deve ser. O ser humano falha sempre nas previsões que faz. Só queria que me matassem, para deixar de ser isto, e de viver isto, para ser só uma recordação; não quero mais nada se não isto.
Porque era suposto sentir:
"This world can turn me down but I
Won't turn away
And I won't duck and run, cause
I'm not built that way
When everything is gone there is
Nothing there to fear
This world cannot bring me down
No cause I'm already here..." (3DD)
Quando na verdade sinto:
"I'm too tired to fight
i'm just going to lay right here
but im too angry to sleep
...
i'm not at home with myself
...
i'm too scared to live
i love you so much
that i'm going to let you kill me..." (FATM)
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Morte viva
O chão onde caíste. Talvez ainda te pareça
Que cais...numa queda sem fim.
Não tenhas medo...
Arrasto a razão como se fosse uma pedra
Enormemente pesada;
Mas puxo-a faminto, sedento,
Como se fosse aquela manta
Que a criança puxa porque não consegue dormir sem ela.
Não consegues viver sem aquilo que mais
Queres
Nem sem aquilo que apenas precisas,
Sem questionar, sem criticar...
És o sol mais quente e mais luminoso
Apenas inerte na escuridão...
Deixa-os vir...que abram as suas asas
Que toquem as suas sensíveis harmonias
Que cantem as suas calmas poesias,
Que me recebam como um velho amigo
Perdido há muito tempo.
Tu só fazes...
Tu não fazes o que por ti deves.
Já nos cansámos deste mundo,
Tentem sentir o coração, e não mentir,
Agora que a vida é mais um dia
(sem nós).
domingo, 23 de janeiro de 2011
Sounds great
Colocando a razão de lado; colocando a iluminação noutro patamar, e deixando de lado talvez as únicas espirais que realmente importam...Não deixa de ser belo, nem que por momentos, dizer estas coisas:
I've been alone with you
Inside my mind
And in my dreams I've kissed your lips
A thousand times
I sometimes see you
Pass outside my door
Hello!
Is it me you're looking for?
I can see it in your eyes
I can see it in your smile
You're all I've ever wanted
And my arms are open wide
Because you know just what to say
And you know just what to do
And I want to tell you so much
I love you
I long to see the sunlight in your hair
And tell you time and time again
How much I care
Sometimes I feel my heart will overflow
Hello!
I've just got to let you know
Because I wonder where you are
And I wonder what you do
Are you somewhere feeling lonely?
Or is someone loving you?
Tell me how to win your heart
For I haven't got a clue
But let me start by saying I love you
Is it me you're looking for?
Because I wonder where you are
And I wonder what you do
Are you somewhere feeling lonely?
Or is someone loving you?
Tell me how to win your heart
For I haven't got a clue
But let me start by saying I love you