terça-feira, 23 de novembro de 2010
Mensagem enigmática
Nem pareço eu...a menos que...
Talvez não me chame Diogo Garcia T.Henriques, talvez não viva em Lisboa,
Talvez não goste de escrever,
talvez não seja um monstro...
Talvez só queira ouvir mais uma música.
Talvez não esteja num sítio não assim tão longínquo daqui, onde vive a minha alma, mesmo estando aqui o meu corpo.
Talvez só queira ouvir uma música um pouco mais bonita.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Ter-se-á Freud enganado?
(é favor carregar na imagem para conseguir ler, obrigado.)Sempre gostei desta tira. Porque sonhamos nós? É a pergunta de muitos seres humanos. E de pelo menos um monstro. Não sei ao certo se os sonhos servem para algo em específico...Sei que nos parecem dar sinais e\ou mensagens por vezes, assim como matar saudades; etc. E o próprio Freud tentou esmiussar os sonhos. Chegou a algumas conclusões é um facto.
No entanto, esta fórmula mágica do Hobbes enche-me completamente. Porque sonhamos?
Para não estarmos tanto tempo separados (durante o sono) de quem mais gostamos. Assim podemos estar juntos nos sonhos, até à hora do nascer de mais um dia. Adormecer sorrindo, talvez dormir sorrindo...e acordar a sorrir. Não é fantástico? É com certeza. Até já.
domingo, 21 de novembro de 2010
Um pequeno favor?

Fiz mais uma pausa para reflexão, o Sr. Calvin e o Sr. Hobbes têm sempre este feito em mim.
Disse o próprio criador deles: Pagamos sempre pelo que queremos, nunca pelo que precisamos. E é uma grande verdade. Eu mesmo conheço muita gente que poderia pagar uma quantia pequena para receber um pontapé no traseiro. E eu mesmo às vezes também preciso de um.
Mas estamos dispostos a admitir que precisamos dele?
Não. Ou muito raramente.
Por isso façam-me este favor, se acham que eu mereço, pontapeim-me! Eu agradeço...
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Criaturas, após a metamorfose

"Yes I am ugly as much as I can be..." (Silence 4)
Na minha melhor noite fui o meu pior pesadelo,
E continuo sem conseguir vê-lo, ao caminho
que deveria estar a caminhar.
Talvez não sejam assim tantas as perguntas
talvez não sejam assim tão poucas as respostas
mas o mundo mantêm-se no seu ciclo...
E eu? Como todas as criaturas
continuo vivo dentro desse perfeito círculo.
De um lado: a teoria
do outro a prática,
A passividade
a pragmática,
As letras, a matemática...Estou morto à tantos dias
que dificilmente volto a morrer.
Nunca pensei estar morto tanto tempo
enquanto chuvisco neste frio fraco.
Dizem que a verdade cura
mas a alma da criatura
tropeça nela, e choca nela
como se tratasse de uma rocha dura.
Será a verdade dolorosa que nos faz atingir o caminho certo?
A pessoa que se ama?
Ou pelo contrário...é a verdade dolorosa que nos afasta
daquilo que mais queremos por nos causar medo!?
São todas estas criaturas
de diferentes sentimentos
de diferentes alturas
que nascem, e vivem e morrem em nós.
São dias de sol
que se transformam em dias cinzentos,
e o calor da alma
que na cama invade uns pés frios.
São momentos completos
que o passar do tempo
de alegria ou saudade
nos causam arrepios...
Perder tudo
e deixar ir.
Para voltar a sonhar e lutar por tudo novamente.
Nunca será glorioso vencer batalhas
se no fim a guerra está perdida,
e não foi uma guerra.
Uma metamorfose começada
se não é acabada
é como se fosse nada.
O guerreiro que larga a espada
(sem que seja para descansar)
tornar-se-á em alma despedaçada.
Não quero ir a mais lado nenhum,
a menos que seja estar contigo.
A minha metamorfose está longe de estar completa.
E a tua como está?
Na minha melhor noite fui o meu pior pesadelo,
E continuo sem conseguir vê-lo, ao caminho
que deveria estar a caminhar.
Talvez não sejam assim tantas as perguntas
talvez não sejam assim tão poucas as respostas
mas o mundo mantêm-se no seu ciclo...
E eu? Como todas as criaturas
continuo vivo dentro desse perfeito círculo.
De um lado: a teoria
do outro a prática,
A passividade
a pragmática,
As letras, a matemática...Estou morto à tantos dias
que dificilmente volto a morrer.
Nunca pensei estar morto tanto tempo
enquanto chuvisco neste frio fraco.
Dizem que a verdade cura
mas a alma da criatura
tropeça nela, e choca nela
como se tratasse de uma rocha dura.
Será a verdade dolorosa que nos faz atingir o caminho certo?
A pessoa que se ama?
Ou pelo contrário...é a verdade dolorosa que nos afasta
daquilo que mais queremos por nos causar medo!?
São todas estas criaturas
de diferentes sentimentos
de diferentes alturas
que nascem, e vivem e morrem em nós.
São dias de sol
que se transformam em dias cinzentos,
e o calor da alma
que na cama invade uns pés frios.
São momentos completos
que o passar do tempo
de alegria ou saudade
nos causam arrepios...
Perder tudo
e deixar ir.
Para voltar a sonhar e lutar por tudo novamente.
Nunca será glorioso vencer batalhas
se no fim a guerra está perdida,
e não foi uma guerra.
Uma metamorfose começada
se não é acabada
é como se fosse nada.
O guerreiro que larga a espada
(sem que seja para descansar)
tornar-se-á em alma despedaçada.
Não quero ir a mais lado nenhum,
a menos que seja estar contigo.
A minha metamorfose está longe de estar completa.
E a tua como está?
Unleash the hell
Tenho o poder normal de um ser humano:
catastrófico.
Consigo amar e roubar a dor,
Consigo odiar e sentir vingança.
Consigo fazer-te feliz como mais ninguém
e querer, e desejar ficar contigo para sempre
dando sempre o melhor em tudo.
Consigo atraiçoar, soltar um inferno que estava preso
deixando este mundo indefeso, pronto para sofrer
até que morra.
Tenho o poder normal de um ser humano...
Talvez outro anjo perdido no inferno.
catastrófico.
Consigo amar e roubar a dor,
Consigo odiar e sentir vingança.
Consigo fazer-te feliz como mais ninguém
e querer, e desejar ficar contigo para sempre
dando sempre o melhor em tudo.
Consigo atraiçoar, soltar um inferno que estava preso
deixando este mundo indefeso, pronto para sofrer
até que morra.
Tenho o poder normal de um ser humano...
Talvez outro anjo perdido no inferno.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Um grande problema?
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Unleash the silence
Os tambores de guerra deram tréguas por momentos,
e tudo o resto é vazio.
Não que esteja tudo completamente vazio,
são apenas os seus interiores que se encontram vazios,
tudo sem preenchimento.
E é então
que tudo fica nessa paz morta
nessa guerra que ficou por travar,
tudo devido ao silêncio.
Para quem conseguir esperar
os tambores de guerra
com sorte voltarão.
e tudo o resto é vazio.
Não que esteja tudo completamente vazio,
são apenas os seus interiores que se encontram vazios,
tudo sem preenchimento.
E é então
que tudo fica nessa paz morta
nessa guerra que ficou por travar,
tudo devido ao silêncio.
Para quem conseguir esperar
os tambores de guerra
com sorte voltarão.
Unleash the anger
Deveria toda a raiva ser acção?
Existir um círculo de chamas
envolto, pronto a arder para sempre?
Deveria toda a raiva ser razão de destruição?
Algum vêem nela um caminho para a perfeição.
Para mim toda a raiva é bênção
se me entregar à inspiração.
Mas não...Soltem-na apenas,
contra todos,
deixando-a livre para atacar tudo e todos,
Livre para ser ela mesma.
Raiva presa apenas leva à frustração.
Partilhem o seu peso
e aceitem a ajuda sincera.
Existir um círculo de chamas
envolto, pronto a arder para sempre?
Deveria toda a raiva ser razão de destruição?
Algum vêem nela um caminho para a perfeição.
Para mim toda a raiva é bênção
se me entregar à inspiração.
Mas não...Soltem-na apenas,
contra todos,
deixando-a livre para atacar tudo e todos,
Livre para ser ela mesma.
Raiva presa apenas leva à frustração.
Partilhem o seu peso
e aceitem a ajuda sincera.
Unleash the pain
Estou silencioso.
Não é um silêncio misterioso,
é um silêncio covarde,
é um silêncio quase doloroso...
(Mas tenho tentado viver
através da frase que a dor é apenas uma ilusão)
Queria que a dor fosse destruída
depressa, para depressa darmos valor
à sua ausência.
É este o estado de alma
é esta a consciência, ou a falta dela,
Descobrir a cura
é mais difícil do que a reconstituição de um crime,
Onde o sangue atinge vários pontos do chão
vários pontos das paredes
criando uma imagem sublime...uma dor passada
mas não esquecida.
Cravo as unhas num sítio qualquer
na esperança da dor se desvanecer.
E rezo para ser nuvem
e conseguir dividir toda a dor
pela terra em forma de chuva,
toda ela espalhada sem um ponto a focar.
Tudo à deriva, tudo entregue ao seu ciclo
até a mim voltar (de outra forma).
É preciso cair, para depois levantar,
é preciso perder tudo para podermos ter tudo outra vez.
É preciso doer.
Não é um silêncio misterioso,
é um silêncio covarde,
é um silêncio quase doloroso...
(Mas tenho tentado viver
através da frase que a dor é apenas uma ilusão)
Queria que a dor fosse destruída
depressa, para depressa darmos valor
à sua ausência.
É este o estado de alma
é esta a consciência, ou a falta dela,
Descobrir a cura
é mais difícil do que a reconstituição de um crime,
Onde o sangue atinge vários pontos do chão
vários pontos das paredes
criando uma imagem sublime...uma dor passada
mas não esquecida.
Cravo as unhas num sítio qualquer
na esperança da dor se desvanecer.
E rezo para ser nuvem
e conseguir dividir toda a dor
pela terra em forma de chuva,
toda ela espalhada sem um ponto a focar.
Tudo à deriva, tudo entregue ao seu ciclo
até a mim voltar (de outra forma).
É preciso cair, para depois levantar,
é preciso perder tudo para podermos ter tudo outra vez.
É preciso doer.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Unleash the heaven
Poderia reabrir a porta...
Mas não sei o quanto tentarão,
O quanto lutarão, por mais um dia.
Esta janela esteve sempre aberta
fosse a sua paisagem sol ou nuvens.
As coisas estão iguais. O mundo parece
que quase dorme em paz,
esperando a hora certa de acordar.
Mas no fim?
Um silêncio infernal abate-se sobre esta terra.
Deixando os anjos e os demónios
numa luta constante
onde o ser humano nada faz
obstante esperar...E tanto espera pelo quê?
Por tudo aquilo que não mais interessa.
Junto forças para deixar de caminhar sozinho,
Mas no fim, por muito esforço aplicado
fico a respirar este ar sem mais ninguém.
O céu sempre me deu incentivo.
Tentei sempre espalhar o bem, nas formas
naturais da minha alma, nas minhas acções,
E o bem chegaria...
A passividade e a hipocrisia vão envenenando
os passos da maioria das almas,
A umas chega mais depressa
a outras com mais calma...Porque tanto esperam?
E a falta de fome
que a todos nos consome
sem tréguas, sem chama acesa que se eleve!
Estou apenas curioso...
Onde está guardada a chave desta porta?
E se soubéssemos que por detrás desta porta
está um céu à nossa espera?
Haveria então coragem e vontade para a abrir?
Ou continuaríamos nalgum género de trevas?
A minha aura está meio morta
meio viva; no repouso da árvore da vida.
Receamos o livre arbítrio
como tememos o infinito.
O momento é o agora
o lugar é o céu
que se rende mesmo aqui,
é a hora de abrir a caixa de Pandora,
é a hora de não me ir embora,
é hora de voltar a descer o véu...
Tenho de ser o que já fui, e viver o que vivi.
Pela esperança de voltar a abrir esta porta.
Mas não sei o quanto tentarão,
O quanto lutarão, por mais um dia.
Esta janela esteve sempre aberta
fosse a sua paisagem sol ou nuvens.
As coisas estão iguais. O mundo parece
que quase dorme em paz,
esperando a hora certa de acordar.
Mas no fim?
Um silêncio infernal abate-se sobre esta terra.
Deixando os anjos e os demónios
numa luta constante
onde o ser humano nada faz
obstante esperar...E tanto espera pelo quê?
Por tudo aquilo que não mais interessa.
Junto forças para deixar de caminhar sozinho,
Mas no fim, por muito esforço aplicado
fico a respirar este ar sem mais ninguém.
O céu sempre me deu incentivo.
Tentei sempre espalhar o bem, nas formas
naturais da minha alma, nas minhas acções,
E o bem chegaria...
A passividade e a hipocrisia vão envenenando
os passos da maioria das almas,
A umas chega mais depressa
a outras com mais calma...Porque tanto esperam?
E a falta de fome
que a todos nos consome
sem tréguas, sem chama acesa que se eleve!
Estou apenas curioso...
Onde está guardada a chave desta porta?
E se soubéssemos que por detrás desta porta
está um céu à nossa espera?
Haveria então coragem e vontade para a abrir?
Ou continuaríamos nalgum género de trevas?
A minha aura está meio morta
meio viva; no repouso da árvore da vida.
Receamos o livre arbítrio
como tememos o infinito.
O momento é o agora
o lugar é o céu
que se rende mesmo aqui,
é a hora de abrir a caixa de Pandora,
é a hora de não me ir embora,
é hora de voltar a descer o véu...
Tenho de ser o que já fui, e viver o que vivi.
Pela esperança de voltar a abrir esta porta.
domingo, 14 de novembro de 2010
O retrocesso do universo
A violenta paz que me ignora todos os dias,
São falsas nostalgias, fracas sabedorias,
É a beleza em actos de violência
é toda a total demência
São todas as agonias.
É o negar da existência
é a morte da essência.
É um apogeu sem euforia...
São seres humanos com uma vontade vã,
Se me esquecer de fazer hoje
o importante é não me esquecer de fazer amanhã.
Deveriam ser grandiosos os cantos
aliviados pelas bocas dos anjos
para apaziguar todos os nossos prantos.
Era um sonho. Não deixes o mal entrar no meu coração,
Vai-te à luta, força forte de furacão,
Quem luta parece que não vive em vão.
É o retrocesso do universo
numa escrita resumida em verso,
Toda a não-história tem um preço
e tudo o que ainda tento pedir
e que ainda peço
é : tenta conseguir.
São falsas nostalgias, fracas sabedorias,
É a beleza em actos de violência
é toda a total demência
São todas as agonias.
É o negar da existência
é a morte da essência.
É um apogeu sem euforia...
São seres humanos com uma vontade vã,
Se me esquecer de fazer hoje
o importante é não me esquecer de fazer amanhã.
Deveriam ser grandiosos os cantos
aliviados pelas bocas dos anjos
para apaziguar todos os nossos prantos.
Era um sonho. Não deixes o mal entrar no meu coração,
Vai-te à luta, força forte de furacão,
Quem luta parece que não vive em vão.
É o retrocesso do universo
numa escrita resumida em verso,
Toda a não-história tem um preço
e tudo o que ainda tento pedir
e que ainda peço
é : tenta conseguir.
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